

Os «Amigos de São Brás dos Matos» são um grupo criado por mim, Vítor Matos, somos um grupo sem quaisquer fins lucrativos que pretende promover a atividade desportiva da Aldeia da Mina do Bugalho. Estamos a realizar a época desportiva 15/ 16 com a nossa equipa de futebol dos Amigos de São Brás dos Matos. Ésta época e a 4ª época consecutiva da equipa de São Brás dos Matos, até hoje dia 09 de Abril de 2016 temos 90 jogos de futebol já realizados por terras Alentejanas e na vizinha Espanha.
Devido á minha «saída» da Junta de Freguesia, senti também alguma necessidade de criar este grupo para de alguma forma ocupar o meu tempo. Os «Amigos de São Brás dos Matos» não estão ligados a nenhuma força política.
Tenho contado com a ajuda de Familiares e Amigos que me tem apoiado nesta iniciativa aos quais agradeço.
Para conseguirmos dar continuidade a participação da nossa equipa de futebol na época desportiva 13/ 14 contamos com o apoio dos nossos Patrocinadores que podem visualizar no cartaz dos jogos de futebol, realizámos um Sorteio de Rifas pelo Natal e estamos a efectuar a venda de Cachecóis alusivos ao nosso grupo.
Os «Amigos de São Brás dos Matos» têm como objetivo dar azo a atividade desportiva e também cultural (se houver apoio para a vertente cultural).
Agradecemos a vossa colaboração. Sem o vosso apoio seria impossível manter este trabalho.
Contamos muito em breve desenvolver outras iniciativas com os «Amigos de São Brás dos Matos» … Brevemente haverá novidades …
Câmara do Alandroal Mais Próxima dos Munícipes com Dificuldades
O agravamento das condições socioeconómicas das famílias e das empresas exige uma intervenção imediata das Autarquias, tanto ao nível do apoio social e comunitário, como ao nível do empreendedorismo e investimento privado.
A Câmara Municipal de Alandroal procurou ter uma resposta rápida para os problemas que acompanham a crise que atravessamos e preparou um conjunto de quatro novos regulamentos municipais que vão apoiar os seus munícipes nestes tempos difíceis.
Os quatro novos regulamentos de apoio (Regulamento de Intervenção Social a Estratos Sociais Desfavorecidos no Concelho de Alandroal, Regulamento Alandroal ConVida, Regulamento de Apoio aos Empresários e Investidores no Concelho de Alandroal e Regulamento Municipal de Apoio Social a Melhorias Habitacionais no Concelho de Alandroal) pretendem contribuir para a melhoria da qualidade de vida das famílias do concelho, por um lado, e incentivar a fixação de empresas e jovens casais, por outro.
Apoios no arrendamento ou na aquisição de bens alimentares de primeira necessidade, em articulação com o comércio local, a par de um reforço das ajudas na educação e na melhoria das condições de habitabilidade estão entre os incentivos para os estratos sociais mais desfavorecidos.
Isenção ou redução das taxas e preços municipais para fixação de novas empresas ou novos investimentos em função dos postos de trabalho criados, reduções na taxa de derrama, na aquisição de terrenos e bonificações para jovens empresários constituem alguns dos novos incentivos para quem investir no concelho. Também a fixação da população e a captação de novos munícipes merecem um conjunto de incentivos especiais, nomeadamente ao nível da construção ou aquisição de casa própria ou no momento do nascimento.
Para que todos os munícipes e investidores possam conhecer os novos regulamentos e solicitar os apoios correspondentes a autarquia preparou o caderno especial “Apoiar e Crescer em Tempo de Crise” que será amplamente distribuído no concelho e onde estes e outros apoios que já são prestados são explicados de forma clara.
João Grilo, o presidente da Autarquia alandroalense referiu que “apesar das dificuldades próprias do município, os apoios não podem faltar onde mais falta fazem” e afirmou que é preciso “fazer um exercício ainda mais profundo de definição de prioridades para encontrar os mais de 400 mil euros anuais previstos para todos estes apoios”.
Já decidida está a redução nos apoios a festividades e nos próprios eventos promovidos pela Autarquia. Assim, o festival “Por Terras do Endovélico” passará a realizar-se com periodicidade bianual e não se realizará em 2012.
Já começou a contagem decrescente para a greve geral de quinta-feira, marcada pelas duas centrais sindicais, CGTP e UGT, contra as medidas de austeridade anunciadas pelo Governo, nomeadamente a suspensão dos subsídios de férias e de Natal na função pública.
Está assim previsto um dia caótico com o encerramentos de serviços da administração local, a adesão de enfermeiros, médicos, polícias municipais, investigadores do SEF, controladores aéreos e ainda a paralisação nos transportes. Aliás, o Metro de Lisboa já fez saber ontem que a circulação deverá ser suspensa entre as 23h30 de amanhã e a 1 da manhã de sexta-feira. A ligação fluvial do rio Tejo, assegurada pelos barcos da Transtejo e Soflusa, e a circulação dos comboios da CP também vão ser afetadas pela greve geral.
Estão ainda previstas complicações nos autocarros da Carris e da Sociedade de Transportes Coletivos do Porto (STCP), que vão ter, no entanto, de cumprir serviços mínimos de 50 por cento, decretados pelo Tribunal Arbitral. Porém, os sindicatos de transportes da CGTP e UGT vão impugnar esta decisão por a considerarem ilegal e pelo facto de não respeitar o direito à greve.
Indignados.
Além das concentrações dos sindicatos da CGTP – duas em Lisboa, no Rossio e frente à Assembleia da República, e no Porto –, está agendada uma manifestação do movimento dos indignados, denominado “Plataforma 15”, que irá decorrer entre o Marquês de Pombal e o Rossio.
Governo admite extinção de 1.500 freguesias até 2012 Vieram sobretudo de Montemor-o-Novo, Vendas Novas, Arraiolos, Mora ou Alandroal. Contas feitas por alto, cerca de mil pessoas e duzentas máquinas e equipamentos municipais, em representação do distrito de Évora que, segundo o Livro Verde da Reforma do Poder Local que o Governo pretende implementar, vai perder 31 freguesias. |
Fonte: http://rr.sapo.pt
Mil e quinhentas pessoas manifestaram-se na Praça do Giraldo, em Évora contra a extinção de freguesias e os cortes nos serviços de saúde. Na manifestação, que contou essencialmente com trabalhadores das autarquias locais e reformados, foi aprovada a “Declaração de Évora”, documento que mostra o descontentamento dos manifestantes contra a reforma do chamado ‘Documento Verde das Freguesias’.
Os promotores da manifestação dizem que a extinção de freguesias não contribui para poupar a não ser que se privem as populações dos serviços essenciais prestados pelo poder local. “Em muitos dos nossos casos, as freguesias são o último serviço público que lá existe, depois de terem fechado escolas, postos médicos, transportes e outros serviços. É o último elo de ligação”, defendeu o presidente da Câmara Municipal de Arraiolos, Jerónimo Lóios.
O autarca foi um dos presidentes de câmara presentes na concentração promovida pelo Movimento de Utentes dos Serviços Públicos (MUSP) em conjunto com autarquias, juntas de freguesia e sindicatos.
A iniciativa, em defesa do Poder Local começou logo de manhã com duas colunas em marcha lenta provenientes de Vendas Novas, Montemor-o-Novo, Mora e Arraiolos. Já em Évora, os manifestantes empunharam bandeiras pretas e vermelhas e faixas com frases como “Roubar ao Poder Local é um ataque às populações” e “Em luta contra a destruição da administração local”.
“Podem fechar as freguesias todas que, com isso, não reduzem a despesa, nem baixam o défice público”, reiterou Jerónimo Lóios, defendendo que as propostas do Documento Verde e do Orçamento do Estado para 2012 são “ofensivas para o Poder Local democrático e para as populações”.
“Quando o Estado deveria começar a reforma por cima, pelo próprio Estado e pela regionalização, começa por aquilo que poderíamos designar como ‘elo mais fraco’, pelas freguesias”, argumentou, avisando que “as populações não irão ficar de braços cruzados”.
A mesma intenção de luta foi manifestada por Sílvia Santos, do MUSP, que lembrou que a maioria da população do distrito é idosa e sem acesso a uma eficiente rede de transportes, pelo que a extinção de juntas de freguesias vai deixá-la “mais isolada”. “Espero que o Governo, com um pouco de bom senso, pense um bocadinho no povo português porque lhe está a retirar o acesso a direitos e a destruir famílias”, frisou.
Aprovada por unanimidade pelos manifestantes a ‘Declaração de Évora’ é um documento que rejeita liminarmente o ’Livro Verde’, a proposta de Orçamento de Estado que impõe o que dizem ser imposições à autonomia das freguesias, entre outras reivindicações.
No final, deixam o apelo a todos os autarcas e trabalhadores das autarquias.
“[Esta declaração serve ainda para] apelar a todos os autarcas, trabalhadores das autarquias locais e às populações atingidas por este ataque que pretende liquidar o Poder Local nascido da Revolução de Abril, à participação na acção de protesto a realizar na manhã do próximo dia 30 de Novembro”, junto à Assembleia da República, em Lisboa, no dia em que vai ser votada a proposta de lei do Orçamento do Estado para 2012.
O Movimento de Utentes de Saúde Pública de Évora mostrou-se contra a possibilidade das taxas moderadoras virem a aumentar.
Sílvia Santos defende que o Estado não deve equilibrar as contas públicas às custas dos utentes e refere que a população do Alentejo, maioritariamente envelhecida, deve ser apoiada.
Refira-se que o ministro da Saúde Paulo Macedo, revelou esta semana que espera arrecadar mais 100 milhões de euros no próximo ano com o aumento das taxas moderadoras na Saúde, o dobro do que encaixa atualmente.
O ministro já repetiu várias vezes que o aumento das taxas será “significativo”, mas não adiantou valores.
Pagamentos em atraso (divida) do Município do Alandroal á Junta de Freguesia de São Brás dos Matos (Ano de 2011)
Decorridos que estão 10 meses do Ano de 2011, visto que estamos em Outubro, o Município do Alandroal apenas pagou á Junta de Freguesia de São Brás dos Matos o montante de 3784.26 Euros (esta pequena verba e de 3 meses de 2011), estando ainda em divida o valor de 8829.94 Euros (verba relativa a 7 meses de 2011).
Estes valores estão relacionados com o Protocolo de Delegação de Competências que o Município do Alandroal tem assinado com a Junta de Freguesia de São Brás dos Matos.
Apelamos a Câmara Municipal do Alandroal que o mais rapidamente possível liquide a divida que tem para com a Junta de Freguesia de São Brás dos Matos porque esta instituição também tem contas a dar.
A Junta de Freguesia de São Brás dos Matos, liderada pelo seu Executivo quer continuar a evoluir a Aldeia da Mina do Bugalho, para que isso aconteça e necessário que as verbas que á Junta pertencem aos cofres da mesma cheguem a tempo e horas.
NOTA: Neste documento apenas está contabilizada a divida em relação ao Ano de 2011. O Município ainda deve mais dinheiro á Junta de Freguesia de São Brás referente a anos anteriores.
POR UM PODER LOCAL FORTE AO SERVIÇO DAS POPULAÇÕES
NÃO ao “ Documento Verde da Reforma da Administração Local”
Não À EXTINÇÃO DE FREGUESIAS
O Documento Verde para a Reforma da Administração Local (conhecido por Livro Verde), sob o manto de proclamações que pretendem dar a ideia de aprofundamento e modernização do Poder Local, mais não é do que um ataque sem precedentes ao municipalismo e à vida democrática no plano local.
Se dúvidas houvesse sobre as reais intenções e objectivos contidos no “Livro Verde”, a proposta de Lei do Orçamento de Estado para 2012 vem demonstrar que modelo se pretende impor, assente numa concepção centralista e de subalternização do poder local, transformando as autarquias em dependências do poder central sujeitas a regras impostas nas áreas financeiras, orçamentais e de pessoal, alienando a legitimidade dos eleitos locais para tomar tais decisões e substituindo-a pela discricionariedade de decisões de membros do governo.
Esta concepção, em flagrante contradição com a retórica inscrita no “Livro Verde”, implica que decisões como as de abertura de concursos para admissão de pessoal, de fixação da estrutura municipal ou da definição de pessoal dirigente ou da contracção de empréstimos, passam a ser tomadas pelo Ministro das Finanças, num quadro conceptual de gestão local perigosamente próximo daquele que foi erradicado pela Revolução de Abril.
A chamada “reorganização administrativa” constitui um factor de empobrecimento da dimensão democrática e participada do poder local, através da liquidação de cerca de duas mil freguesias, implicando o afastamento de cerca de 20 mil eleitos da intervenção cívica e política.
Esta “reorganização” não é determinada por nenhuma intenção de dignificar ou elevar a eficácia da gestão das autarquias nem de proceder à modernização da administração do território. Trata-se apenas de aplicar à política local as concepções antidemocráticas instaladas no Governo.
Esta reforma mais não é do que o levar à prática um processo que visa menorizar o poder local e a expressão democrática de representação e participação política, atingindo pela extinção coerciva de freguesias e por um maquiavélico processo de asfixia e inviabilidade financeira a liquidação de dezenas de municípios.
Por fim, pretende-se impor a subversão do sistema de eleição dos órgãos municipais para assegurar a constituição de executivos monocolores, liquidando o seu carácter plural e democrático, retirando condições de fiscalização e controlo democráticos, não tendo em conta que o actual regime provou ser um factor de governabilidade e estabilidade e um espaço de cooperação e trabalho comum de eleitos de diversas forças políticas.
A Proposta de Lei do Orçamento de Estado para 2012, vem aprofundar o processo de asfixia financeira das autarquias (evidenciado pela perda crescente de peso das transferências para as autarquias quando comparadas quer na sua relação com a evolução dos impostos cobrados pelo Estado, quer na sua relação com o Produto Interno Bruto) que há muito se vem desenvolvendo ao arrepio do princípio constitucional que determina a justa partilha de recursos públicos entre os diversos níveis da Administração, violando sistematicamente os regimes legais de finanças locais.
Com esta Proposta de Lei, o Governo retira mais 120 milhões de euros aos valores a transferir pelo Orçamento de 2012 face ao de 2011 e lança mão de novos e intoleráveis expedientes para fazer crescer o produto do roubo ao poder local.
Num Estado de Direito e democrático é inaceitável que o Governo decida de forma arbitrária e discricionária reduzir para metade os limites estabelecidos por Lei para efeitos de endividamento, colocando de um momento para o outro mais de 180 municípios numa situação de “incumprimento” sem que se tenha verificado qualquer alteração material relevante.
Defraudando o elementar princípio da boa fé na relação entre os diversos níveis da Administração, o Governo pretende, através do golpe da redução dos limites do endividamento, justificar uma retenção de verbas que ascenderá a mais de 150 milhões de euros.
Os trabalhadores da administração local serão vítimas (tal como nos outros níveis da administração pública e com a generalidade dos pensionistas) do roubo das remunerações correspondentes aos subsídios de férias e de Natal que se irão somar às prorrogações das reduções salariais já em vigor e aos novos cortes nos pagamentos devidos pelo trabalho extraordinário.
Este roubo constituirá um rude golpe nos rendimentos familiares, com consequências nas condições de vida de milhares de famílias, com influência decisiva na retracção da vida económica local e nas possibilidades de sobrevivência de micro, pequenos e médios empresários.
Com a drástica redução de verbas transferidas para as autarquias fica comprometida a capacidade de investimento e de cumprimento das funções de serviço público, podendo ficar em causa a possibilidade de estimular e apoiar as actividades das colectividades e do movimento associativo em geral que em muitos casos têm no Poder Local o único parceiro para a insubstituível acção de promoção do desporto, da cultura e de recreio.
A estas retenções ilegais consagradas na Proposta de Lei do Orçamento de Estado para 2012, acrescem os pagamentos coercivos impostos a pretexto de ressarcir o Serviço Nacional de Saúde e ainda um conjunto de disposições sobre dívidas a fornecedores e a “encargos assumidos e não pagos” que podem ter como consequência a impossibilidade de gestão financeira e orçamental de um número significativo de autarquias.
Considerando tudo o que está em causa na Proposta de Lei do Orçamento de Estado para 2012 e no “Documento Verde da Reforma da Administração Local”, os autarcas, trabalhadores das autarquias locais e população em geral, reunidos em Évora a 15 de Novembro de 2011, decidem:
Rejeitar o chamado «Livro Verde» para a reforma da administração local por se constituir como um instrumento orientado para a liquidação do poder local democrático e das suas características mais progressistas;
Manifestar a sua mais viva oposição a uma proposta de Lei de Orçamento de Estado que se afirma, nas suas disposições, como um meio de impor limitações inaceitáveis à autonomia das autarquias e de consagrar cortes de financiamento incompatíveis com o pleno direito de exercício das suas atribuições e competências;
Rejeitar a campanha de condicionamento da opinião pública para a menorização do poder local e de fomento da desconfiança sobre os eleitos, destinada a justificar um ataque que em última instância, é dirigido contra as populações e se destina a iludir o contributo insubstituível que as autarquias deram para a melhoria das condições de vida e o progresso local traduzido numa obra que, não isenta de insuficiências, que comprova o seu papel como o factor principal de investimento local e de rentabilização das verbas postos à sua disposição;
Alertar as populações, o movimento associativo local, os trabalhadores das autarquias e os agentes económicos locais para as consequências nas condições de vida e nos condicionamentos ao desenvolvimento e progresso locais que daqui resultarão;
Sublinhar que este ataque ao poder local é um ataque dirigido às populações, aos seus direitos e legítimas aspirações a uma vida digna, é inseparável da ofensiva que ao mesmo tempo extingue serviços públicos, nega o direito à saúde, reduz o direito à mobilidade, tudo num processo de desertificação e abandono que a liquidação das freguesias só acentuará;
Manifestar a inteira solidariedade aos trabalhadores das autarquias atingidos nos seus rendimentos, direitos e estabilidade de emprego quer pelas disposições do Orçamento de Estado relativas a matéria salarial ou de carreira, quer pela ameaça decorrente da extinção de centenas de freguesias;
Apelar à mobilização, ao protesto e à manifestação dos legítimos sentimento de indignação por parte da população e dos trabalhadores contra estas medidas e estes objectivos, sublinhando que essa luta é parte integrante do direito e do dever dos portugueses de exigirem a rejeição do Pacto de Agressão que ameaça e compromete o futuro dos portugueses e do país.
Apelar a todos os autarcas, trabalhadores das autarquias locais e às populações atingidas por este ataque que pretende liquidar o Poder Local nascido da Revolução de Abril, à participação na acção de protesto a realizar na manhã do próximo dia 30 de Novembro junto à Assembleia da República, que neste dia votará a proposta de Lei do Orçamento de Estado para 2012.
O Governo propõe-se cortar com os feriados de 5 de Outubro, que celebra a implantação da Repúblicade e de 1 de Dezembro, que assinala a restauração da independência em 1640.
Serão estes os dois feriados sugeridos pelo Executivo em contrapartida à proposta da Igreja, que avançou com a possibilidade de abdicar do 15 de Agosto, festa da Assunção de Nossa Senhora, e do Corpo de Deus, um feriádo móvel que calha sempre a uma quinta-feira depois do Domingo da Santíssima Trindade.
Ontem, o Ministro da Economia referiu que não deverá haver mais mexidas nos feriados. A proposta inicial do Governo foi desde sempre o corte de quatro feriados: dois civis e dois religiosos.