«AMIGOS DE SÃO BRÁS DOS MATOS»

Os «Amigos de São Brás dos Matos» são um grupo criado por mim, Vítor Matos, somos um grupo sem quaisquer fins lucrativos que pretende promover a atividade desportiva da Aldeia da Mina do Bugalho. Estamos a realizar a época desportiva 15/ 16 com a nossa equipa de futebol dos Amigos de São Brás dos Matos. Ésta época e a 4ª época consecutiva da equipa de São Brás dos Matos, até hoje dia 09 de Abril de 2016 temos 90 jogos de futebol já realizados por terras Alentejanas e na vizinha Espanha.

Devido á minha «saída» da Junta de Freguesia, senti também alguma necessidade de criar este grupo para de alguma forma ocupar o meu tempo. Os «Amigos de São Brás dos Matos» não estão ligados a nenhuma força política.

Tenho contado com a ajuda de Familiares e Amigos que me tem apoiado nesta iniciativa aos quais agradeço.

Para conseguirmos dar continuidade a participação da nossa equipa de futebol na época desportiva 13/ 14 contamos com o apoio dos nossos Patrocinadores que podem visualizar no cartaz dos jogos de futebol, realizámos um Sorteio de Rifas pelo Natal e estamos a efectuar a venda de Cachecóis alusivos ao nosso grupo.

Os «Amigos de São Brás dos Matos» têm como objetivo dar azo a atividade desportiva e também cultural (se houver apoio para a vertente cultural).

Agradecemos a vossa colaboração. Sem o vosso apoio seria impossível manter este trabalho.

Contamos muito em breve desenvolver outras iniciativas com os «Amigos de São Brás dos Matos» … Brevemente haverá novidades …

Caracterização da Freguesia de São Brás dos Matos

Freguesia de São Brás dos Matos(Mina do Bugalho)

São Brás dos Matos ou Mina do Bugalho é uma freguesia portuguesa do concelho do Alandroal, com 72,66 km² de área e 364 habitantes (2011). Densidade: 5 hab/km².
Localizada a norte do Concelho, a Freguesia de São Brás dos Matos tem por vizinhos as Freguesias de Nossa Senhora do Loreto a nordeste e de Nossa Senhora da Conceição a sul e oeste, o Município de Vila Viçosa a norte e oeste e a Espanha a leste. É a quinta maior Freguesia do Concelho tanto em área como em população e em densidade demográfica. Até cerca de 1836 pertenceu ao extinto Concelho de Juromenha. Esta freguesia é constituída por uma só Aldeia (Mina do Bugalho) e um lugar (são Brás dos Matos). A aldeia que foi formada por causa das antigas minas. E o lugar onde se localiza a igreja paroquial, as casas paroquiais, o cemitério da freguesia, entre outras.
Esta terra chama-se Mina do Bugalho porque havia minérios, por isso se construíram minas.
Os mineiros moravam na herdade do Bugalho, construíram casas (primeiro a rua dos Quartéis) e formaram uma Aldeia com o nome Mina do Bugalho.
Os minérios explorados eram a pirite, o cobre, o enxofre, o volfrâmio, a prata e ouro, mas estes havia em poucas quantidades.
O minério explorado servia para exportação e servia também para segurar as necessidades do país. Estes minérios deixaram de ser explorados há mais ou menos cem anos.


São Brás dos Matos, extinta - Freguesia do Interior Alentejano situada na zona norte do Concelho do Alandroal, Distrito de Évora , Região do Alto Alentejo, Sub-Região do Alentejo Central.

A Freguesia de São Brás dos Matos e constituida pela Aldeia da Mina do Bugalho, (este nome deve se ao facto de antigamente existirem minas de onde era estraido minério como o cobre, carvão, pirite, prata e algum ouro etc... as ditas minas encontravam-se na Herdade do Bugalho, dai nasce o nome de Mina do Bugalho).

A Freguesia de São Brás dos Matos tem como Freguesias limitrofes, Nª Srª do Loreto (Juromenha) e Nª Srª da Conceição (Alandroal) ambas do Concelho do Alandroal, e Pardais e Ciladas (São Romão), ambas do Concelho vizinho de Vila Viçosa. A Albufeira de Alqueva banha a nossa Freguesia e é o que nos separa da Comarca de Olivenza (Espanha).

Somos a mais jovem Freguesia deste Concelho...

quinta-feira, 26 de março de 2020

Covid-19: Festas do Povo de Campo Maior adiadas para 2021


Tal como se previa, o Município de Campo Maior e a Associação de Festas do Povo de Campo Maior, devido à situação actual da Pandemia COVID19 e às medidas de contingência adoptadas no sentido da prevenção e atendendo às determinações da Direcção Geral da Saúde, decidiram adiar a realização das Festas do Povo de Campo Maior para 2021.

Segundo a nota enviada, “tornou-se impossível garantir que os trabalhos a realizar pelos Campomaiorenses, pudessem estar prontos no dia da enramação, neste evento que é considerado um dos maiores (se não o maior) eventos turísticos e culturais do Alentejo.”

Acrescentam ainda que “para além disso, (e não menos importante), a situação pandémica actual limitou a essência e a alma das Festas do Povo e das gentes de Campo Maior.

As instituições informam ainda que “as Festas do Povo de Campo Maior realizar-se-ão, assim, em 2021, em data a acordar, com a certeza de que o povo se vai unir novamente para fazer as melhores festas do mundo.”


Covid-19: Sobe para 20 o número de infectados no Alentejo. Portugal já regista 3544 infectados e 60 mortos


A Direcção-Geral de Saúde acaba de dar a conhecer o Boletim Epidemiológico de hoje, que dá conhecer que neste momento existem 3.544 casos confirmados, ou seja, mais 549 que o dia de ontem.

Segundo o boletim existem 3.544 casos confirmado, 22.257 casos suspeitos, 16.568 casos não confirmados, 2.145 aguardam resultado laboratorial e existem 14.994 contactos em vigilância.

No mesmo Boletim, a DGS informa ainda que na região Norte existem 1858 casos confirmados, 435 no Centro, 1082 na zona de Lisboa e Vale
do Tejo, 89no Algarve, 24 nos Açores, 20 no Alentejo e 16 na Madeira.

Já se registaram 60 mortos, sendo 28 no Norte, 13 no Centro, 18 na região de Lisboa e Vale do Tejo, 1 no Algarve.

No que diz respeito a pessoas recuperadas, já se registaram 43,  3 no Norte, 8 no Centro, 11 na região de Lisboa e Vale do Tejo.












Fonte: DGS




COVID-19: Casos multiplicam-se por todo o Alentejo.


Só no distrito de Portalegre ainda não é conhecido qualquer caso.

Estes são casos conhecidos alguns deles ainda não confirmados pelas autoridades de saúde (DGS). São resultado do cruzamento de informações de várias fontes.

Todos os casos estão a ser acompanhados pelos respectivos serviços de saúde. Nalguns casos os doentes infectados estão a recuperar em casa.

- Homem residente em Évora e que esteve no Irão em trabalho. Está em casa a recuperar.

- Homem que esteve num país da Europa a trabalhar. Reside em Évora e é aqui que está nesta altura. Está a recuperar em casa.

- Homem com idade entre os 30 e os 40 anos, que reside e trabalha em Évora, e que esteve numa Estância de Ski em Espanha de férias. Este homem esteve incluído num grupo de amigos e familiares de cerca de 40 pessoas.

- Homem familiar do caso anterior e que esteve igualmente de férias em Espanha fazendo parte do grupo de 40 pessoas.

- Mulher de 69 anos familiar de um dos casos anterior.

- Mulher de 42 anos, empresária, residente em Sines e que esteve no Dubai/Emirados Árabes Unidos. A própria divulgou estar infectada com COVID 19.

- Homem residente em Grândola. Trata-se de um homem de nacionalidade espanhola. (caso importado) Várias pessoas que habitam o prédio em que reside estão em quarentena com obrigatoriedade de estar em casa.

- Homem, de 60 anos, construtor civil, em França, e que regressou a Portugal no último domingo. (caso importado) Reside em Almodôvar. Após contactar a Saúde 24 acabou por ir de forma isolada para o Hospital de Beja.

- Homem residente em Alcácer do Sal de nacionalidade francesa. (caso importado) Trabalhador no concelho.

- Mulher, natural de Beja, que esteve recentemente na Argentina. Esteve a visitar uma feira agrícola com mais 45 pessoas incluindo o seu marido (aguarda resultados).

- Homem de nacionalidade não portuguesa (presume-se que Nepalesa) a viver em Cavaleiro, São Teotónio - Odemira. Dois outros trabalhadores terão sido levados para o Hospital de Santiago do Cacem para a realização de análises.

- Homem trabalhador em Longueira/Almograve. Trata-se de um trabalhador agrícola de nacionalidade não portuguesa. Mais 16 pessoas do grupo estão em quarentena obrigatória.

- Estes são casos identificados por várias fontes próximas do serviço de saúde mas não confirmadas oficialmente pela DGS.


Portugal vai entrar em fase de mitigação devido ao coronavírus. Saiba o que isto quer dizer

Direção-Geral da Saúde (DGS) determinou a preparação de todo o sistema de saúde para a fase que se segue da pandemia.

A Direção-Geral da Saúde (DGS) determinou a preparação de todo o sistema de saúde para a fase de mitigação da pandemia da covid-19 ao abrigo de uma norma que entra em vigor às 00h00 de quinta-feira.


O que diz a norma??

A norma fixa o modelo de abordagem da pessoa com suspeita de infeção ou com infeção por covid-19.


A que entidades se aplica??

A norma é aplicável às unidades de todo o sistema de saúde, incluindo hospitais públicos e privados e centros de saúde.

O que diz a norma sobre os testes ao novo coronavírus que causa a doença covid-19

As pessoas com suspeita de infeção, isto é, que apresentam sintomas como febre, tosse persistente ou tosse crónica agravada e dificuldade respiratória, devem ser testadas.

Na presença destes sintomas, as pessoas devem ligar para a linha telefónica gratuita SNS 24 (808 24 24 24), que fará o encaminhamento dos casos.


Prioridade nos testes?? 

Em caso de impossibilidade de testar toda a gente com suspeita de infeção, a DGS estabeleceu uma cadeia prioritária: primeiro, são os doentes com critérios de internamento hospitalar; segundo, os recém-nascidos e as grávidas; terceiro, os profissionais de saúde com sintomas.

Seguem-se os doentes com comorbidades (como asmáticos, insuficientes cardíacos, diabéticos, doentes hepáticos ou renais crónicos, pessoas com doença pulmonar obstrutiva crónica e doentes com cancro) ou pessoas com imunidade mais frágil; e as pessoas em situação de maior vulnerabilidade, como residentes em lares ou que estão em unidades de convalescença.

Por último, são testadas as pessoas em contacto próximo com estes doentes.


O que significa a fase de mitigação??

É a terceira e mais grave fase de resposta à doença covid-19 e é ativada quando há transmissão local, em ambiente fechado, e/ou transmissão comunitária.

A resposta é focada na atenuação dos efeitos da covid-19 e na diminuição da sua propagação, minimizando nomeadamente a mortalidade associada.

Nesta fase, os doentes ligeiros ficam em casa, os moderados vão ao centro de saúde, os graves, mas não críticos, são encaminhados para os hospitais e os críticos são internados.



quarta-feira, 25 de março de 2020

Coronavírus: Alentejo tem 12 casos positivos. No Distrito de Portalegre não há registo de infetados


(Por Gabriel Nunes) - Subiu para 2995 o número de infetados pelo novo coronavírus em Portugal de acordo com último balanço divulgado esta quarta feira pela Direção Geral da Saúde, que regista um aumento de 633 casos em comparação com o balanço anterior.

O Alentejo conta agora com 12 casos confirmados de infeção pelo novo coronavírus, mais 6 casos do que 24 horas anteriores. Portalegre é o único distrito do Alentejo ainda sem casos confirmados.

O número de mortes em consequência desta pandemia em Portugal é agora de 43, sendo 20 no norte, 10 no centro, 12 em Lisboa e Vale do Tejo e uma no Algarve.

Existem ainda 1591 pessoas a aguardar resultado laboratorial e 22 casos de pessoas que contraíram o vírus e já se encontram curadas.

A região Norte continua a ser a que regista mais casos confirmados com 1517, seguindo-se Lisboa e Vale do Tejo com 992. A região centro contabiliza 365 pessoas infetadas, o Algarve 62.

As regiões menos afetadas são o Alentejo com 12 casos, a Madeira com 16 e os Açores com 17.

Coronavírus: Portugal entra esta quinta feira na fase de mitigação, a mais critica, da pandemia de Covid-19


(Por Gabriel Nunes) - Portugal entra esta quinta feira na fase de mitigação da pandemia de Covid-19, o que significa que o país não dispõe de capacidade para conter a disseminação do novo coronavírus.

Em declarações aos jornalistas, em conferência de imprensa, o secretário de Estado da Saúde alertou tratar-se da fase “mais crítica” da pandemia, que exige, de todos, responsabilidades acrescidas.

António Sales sublinhou que ao Governo cabe preparar o SNS para dar resposta a todos os doentes, e às outras pessoas cabe responder pela sua própria proteção, e dos seus familiares e amigos, e sobretudo dos idosos.

O governante assinalou que das 43 mortes registadas até agora devido à pandemia da Covid-19, em Portugal, 80 por cento são de pessoas com mais de 70 anos.



3 dos 6 ventiladores comprados pelos Municípios de Évora chegam sexta-feira ao Hospital Espírito Santo.


Para fazer face às necessidades urgentes de alguns materiais que advém do combate ao surto de COVID-19, os municípios do Alentejo Central uniram-se no sentido de colmatarem essas mesmas necessidades com que entidades e instituições se debatem neste momento.

Entre os 14 municípios e alguns particulares, foi prestado um apoio de cerca de 300 mil euros, sendo que parte dessa verba foi investida na aquisição de seis ventiladores, no valor total de 146 280 euros, para o Hospital do Espírito Santo de Évora, que se apresentou como prioridade. A chegada dos três primeiros ventiladores está prevista para dia 27 de março, sendo que os restantes irão chegar previsivelmente dentro de duas semanas.

Este esforço conseguido pela união dos 14 municípios, através da CIMAC e do seu presidente José Calixto, irá permitir suprir parte das necessidades do HESE para fazer face ao que ainda esta para vir.

Foi também realizado um levantamento das necessidades dos próprios municípios e Instituições Particulares de Solidariedade Social relativamente a Equipamento de Proteção Individual necessários, como máscaras, luvas, fatos, desinfetante, que irá ser suprido com a importação da China através da Embaixada Portuguesa em Pequim.

Ao longo de todo este processo, a CIMAC, representada pelos 14 municípios do Alentejo Central, manter-se-á em estreita colaboração com todas as entidades regionais que se encontram na “linha da frente” no combate desta pandemia. 


Alandroal vai usar dinheiro destinado a eventos e festas em apoio às famílias


A autarquia revelou que pretende mitigar os efeitos a curto e médio prazo da pandemia de COVID-19 nas famílias e nas empresas e gerar melhores respostas das instituições, num momento em que ainda é grande a incerteza sobre os possíveis impactos totais, já depois de se de ter adaptado a sua própria resposta e funcionamento.

Estando a câmara municipal sob um plano de assistência municipal do Fundo de Apoio Municipal (FAM), não dispõe de autonomia para tomar medidas que impliquem a perda de receita direta, não sendo possível à autarquia presidida por João Grilo outro tipo de soluções e apoios como criar isenções especificas de pagamentos à autarquia, mas aguardam-se novas diretrizes da Comissão do FAM, face a este momento particular e que envolverão todos os municípios abrangidos no programa.

O município revela que terá de continuar a cumprir o seu plano mas que, de imediato, irá canalizar as verbas que estavam alocadas a praticamente todos os eventos previstos até ao final do ano, além de outras despesas não prioritárias, para a criação de um Fundo de Emergência Municipal de modo dar resposta às necessidades extraordinárias no combate à epidemia de COVID-19. Para já são 150 mil euros para este fim, mas poderá haver reforços.

Parte desta verba prevê já destinar 20 mil euros para comparticipar na compra conjunta, entre todos os municípios do Alentejo Central, de 6 ventiladores para o Hospital do Espírito Santo de Évora, além da aquisição de equipamentos de proteção individual e outros materiais para o mesmo hospital.

Este fundo servirá também para o município reforçar o apoio ao Centro de Saúde do concelho, às IPSSs com valência de lar, às forças de segurança e aos bombeiros no combate conjunto e articulado à epidemia no seu território além de um reforço dos apoios sociais.

De acordo com a autarquia, está a ser desenvolvida uma campanha de divulgação destes apoios disponibilizados pelo município e que se destinam essencialmente a quem vir os rendimentos do agregado familiar reduzidos pela conjuntura resultante do estado de emergência que se vive no país.

Estas famílias poderão também beneficiar de reduções nas tarifas de água e saneamento, apoios ao arrendamento, vales de compras de bens alimentares de primeira necessidade trocados no comércio local, entre outros.

Também para as empresas o município preparou um conjunto de incentivos e estão a ser pensadas ações de relançamento da economia após este período.



Covid-19: Primeiro caso confirmado no Baixo Alentejo (Almodôvar).


Hoje dia 25 de março foi confirmado o primeiro caso de infeção por coronavírus no Distrito de Beja.

Segundo a CM o caso positivo trata-se de um homem com cerca de 60 anos, construtor civil, emigrante em França e atualmente estava a residir em Almodôvar.

O indivíduo que tinha regressado há pouco tempo a Portugal, realizou o teste de covid-19 no Hospital de Beja e está a cumprir quarentena em casa.

De acordo com a mesma fonte mais dois casos de infetados pelo vírus foram confirmados, sendo que só serão confirmados pelo epidemiológico da DGS do dia de amanhã.

Covid-19: Sobe para 12 o número de infectados no Alentejo. Portugal já regista 2995 infectados e 43 mortos.


A Direcção-Geral de Saúde acaba de dar a conhecer o Boletim Epidemiológico de hoje, que dá conhecer que neste momento existem 2995 casos confirmados, ou seja, mais 633 que o dia de ontem.

Segundo o boletim existem 2995 casos confirmado, 21.155 casos suspeitos, 16.569 casos não confirmados, 1591 aguardam resultado laboratorial e existem 13.624 contactos em vigilância.

No mesmo Boletim, a DGS informa ainda que na região Norte existem 1517
casos confirmados, 365 no Centro, 992 na zona de Lisboa e Vale do Tejo, 62 no Algarve, 17 nos Açores, 12 no Alentejo e 16 na Madeira.

Já se registaram 43 mortos, sendo 20 no Norte, 10 no Centro, 12 na região de Lisboa e Vale do Tejo, 1 no Algarve.

No que diz respeito a pessoas recuperadas, já se registaram 22, 3 no Norte, 8 no Centro, 8 na região de Lisboa e Vale do Tejo e 1 no Algarve.

Fonte: DGS





terça-feira, 24 de março de 2020

Coordenador distrital da ANAFRE apela aos familiares de idosos que não venham ao Alentejo, porque nós cuidamos deles


Vítor Besugo, coordenador distrital da Associação Nacional de Freguesias (ANAFRE) em declarações à Planície referiu que é fundamental que as juntas de freguesia continuem a apelar àqueles que chegam às aldeias e vilas do Baixo Alentejo, que permaneçam em casa, para o bem de todos.

Na opinião de Vítor Besugo, os presidentes das Juntas de Freguesias são o poder que está mais próximo das pessoas e, desta forma, é essencial que estes deixem o apelo aos emigrantes e àqueles que chegam às localidades do interior, vindos das grandes cidades, onde existe maior concentração populacional e de infetados, que fiquem em casa e façam quarentena voluntária.

O coordenador da ANAFRE realçou que atualmente quase todas as Juntas de Freguesia e as Câmaras Municipais têm no terreno serviços de apoio às populações mais vulneráveis, com a distribuição de bens de primeira necessidade. Por este motivo, Vítor Besugo pede então a todos, que evitem deslocar-se às localidades do Baixo Alentejo, local onde existe uma maior percentagem de idosos e, portanto, é uma zona de maior risco.





Portugal com 33 mortos; mais 10 que ontem


Subiu para 33 o número de vítimas mortais por Covid-19 em Portugal, segundo a Direção-Geral de Saúde (DGS) informou, esta terça-feira, num segundo boletim epidemiológico.

Note-se que, ao princípio da tarde desta terça-feira, a DGS tinha avançado 30 mortos, após ter adiantado inicialmente o número de 29 mortos.

A distribuição regional dos casos mortais é de 14 no Norte, 12 em Lisboa e Vale do Tejo, seis no Centro e um no Algarve. O Alentejo, Açores e Madeira são três regiões portuguesas que continuam a não registar qualquer vítima mortal.

Nas últimas 24 horas, de segunda para terça-feira (de dia 23 para 24 de março), Portugal registou mais dez mortos devido à Covid-19: o nosso país passou de 23 vítimas mortais para 33, um aumento de 43 por cento.

O número de casos infetados, ontem (segunda-feira) era 2060 e hoje (terça-feira) é de 2362, um acréscimo de 15 por cento.



Câmaras do Distrito de Évora compram 6 ventiladores para Hospital de Évora e podem vir a reforçar com nova encomenda


José Calixto, presidente da Comunidade Intermunicipal do Alentejo Central (CIMAC), esta que junta as 14 câmaras do distrito de Évora, prestou hoje, dia 23 de março declarações à agência Lusa, onde referiu qua 300 mil euros foi o valor total de apoio apontado por parte dos municípios e de alguns munícipes, como empresas, para numa primeira fase "socorrer às necessidades muito urgentes e complementares ao que o Governo está a fazer".

O autarca de Reguengos de Monsaraz disse que do total do montante anteriormente referido, 150 mil euros já foram investidos na aquisição de ventiladores, estes que foram destinados ao Hospital do Espírito Santo de Évora, sendo que referiu a possibilidade de existir uma outra encomenda.

A aquisição de máscaras, luvas, zaragatoas, fatos de proteção, "kits" de testes covid-19, equipamentos e monitores multiparâmetros de cuidados intensivos está também nos planos desta entidade.

A CIMAC após entender a sua utilidade no que diz respeito ao hospital de Évora, bombeiros, Instituições Particulares de Solidariedade Social (IPSS), aos serviços municipalizados e às unidades de cuidados primários realizou um levantamento das necessidades de equipamentos e produtos.

José Calixto contou que após se ter verificado a urgência de apoio com mais ventiladores ao Hospital de Évora (foram adquiridos 6 que estão a vir direcionados da Alemanha) espera-se que os primeiros 3 cheguem durante esta semana.



Carlos Pinto de Sá, vice-presidente da CIMAC revelou que existe a possibilidade de se adquirirem outros equipamentos com o mesmo objetivo que a aquisição de ventiladores.


Comunicado - Serviço de Recolha de Resíduos Urbanos.


Informação dos «Amigos de São Brás dos Matos» sobre a prevenção ao COVID-19.


segunda-feira, 23 de março de 2020

INFORMAÇÃO CMA: MEDIDAS PREVENTIVAS - CONTENÇÃO DO NOVO CORONAVÍRUS.


Portugal, 23 mortos e 2060 casos; Alentejo, 5 casos.


Sobe para 23 o número de vítimas mortais por COVID-19 em Portugal, segundo dados divulgados pela Direção-Geral de Saúde (DGS), nesta segunda-feira dia 23. O número de mortos são mais nove que ontem, domingo, segundo o último boletim epidemiológico da DGS.

Por regiões, o número de mortos tem a distribuição seguinte: nove no Norte, oito em Lisboa e Vale do Tejo, cinco no Centro e um no Algarve. As regiões do Alentejo, Açores e Madeira continuam a não ter vítimas mortais.

O número de infetados é agora de 2060, tendo subido em 460, relativamente aos dados de ontem domingo. A repartição regional destes números é a seguinte: 1007 no Norte, 737 em Lisboa e Vale do Tejo, 238 no Centro, 42 no Algarve, 11 nos Açores, nove na Madeira e cinco no Alentejo.

Nesta segunda-feira, há o dado animador do número de casos recuperados no nosso País ter subido 140%, nas últimas 24 horas: de 5 para 14.

Nos últimos nove dias, o número de casos de COVID-19 confirmados em Portugal subiu assim: 245 casos no dia 15 domingo, 330 no dia 16 segunda-feira, 448 casos no dia 17 terça-feira, 642 na quarta-feira, 785 casos na quinta-feira, 1020 no dia 20 sexta-feira, 1280 casos no sábado, 1600 no dia 22 domingo e, por fim, 2060 casos nesta segunda-feira dia 23.



Covid-19: Em Pardais (Vila Viçosa), a Junta de Freguesia disponibiliza-se a ir às compras pela população


A Junta de Freguesia de Pardais, no concelho de Vila Viçosa, acaba de anunciar um serviço de apoio à população mais vulnerável da freguesia, na sequência da Pandemia do Covid-19.

A Freguesia de Pardais anuncia “um serviço para ajuda à população idosa da freguesia, aos doentes crónicos e às pessoas com mobilidade reduzida para que não precisem de sair de casa e assim não corram o risco de contrair o COVID-19.”

Segundo a Junta de Freguesia de Pardais, “o Serviço destina-se a quem:

– Não possua meios para se deslocar e ou não tenha condições de usar os meios para se deslocar;

– Não tenha familiares com disponibilidade para ajudar;

– Viva isolado.

O serviço engloba:

– Compra e transporte até à casa dos Fregueses de bens essenciais e alimentos;

– Compra e entrega em casa dos Fregueses de medicamentos;

– Levantamento de receitas médicas no centro de saúde;

– Pagamento de água, luz e telefone;

– Idas ao médico a Vila Viçosa (único local onde há consultas no concelho);”

Para utilizar este serviço, poderá ligar para 268 449 243 ou 969 095 371 das 9 às 13 e das 14 às 17 horas.



Covid-19: Freguesias apelam às famílias para evitarem deslocações para o interior


O presidente da Associação Nacional de Freguesias (Anafre), Jorge Veloso, defendeu hoje que as pessoas dos grandes centros urbanos e emigrantes devem evitar deslocações para o interior.

O presidente da Associação Nacional de Freguesias (Anafre), Jorge Veloso, defendeu hoje que as pessoas dos grandes centros urbanos e emigrantes devem evitar, neste momento, face à pandemia da Covid-19, deslocações para o interior.

"Terá que haver bom senso e cuidado. As pessoas que estão nos centros urbanos, onde haverá maior concentração de pessoas infectadas, não sendo uma situação de extrema urgência, devem permanecer em casa e não se deslocar para outros locais, especialmente para o interior", disse à agência Lusa Jorge Veloso.

Para o presidente da Anafre, quer emigrantes quer pessoas do centro urbano devem evitar deslocar-se para as aldeias do interior, onde há uma maior percentagem de população envelhecida e, por conseguinte, de risco.

Segundo Jorge Veloso, as juntas de freguesia têm que também ter atenção quando chega alguém de fora às localidades, considerando que até é mais fácil essa sinalização e identificação em freguesias com baixa densidade populacional.

O presidente da Anafre vincou ainda que as freguesias estão atentas no apoio e colaboração com pessoas idosas e a viver em sítios isolados, considerando que as juntas "estão a desempenhar um papel importante de proximidade, no abastecimento de alimentos de primeira necessidade e medicamentos".

No sábado, a Anafre anunciou que há cerca de mil freguesias no terreno a prestar apoio a idosos, doentes crónicos ou com mobilidade reduzida.


Redondo: “Estamos a apoiar a população mais vulnerável entregando bens e serviços porta a porta, para a semana começamos a desinfeção de ruas”, afirma o autarca de Redondo (c/som).


Em declarações à RC, António Recto, Presidente do Município de Redondo, afirma que têm tido uma grande preocupação para com todos os habitantes do concelho, sobretudo com os idosos, pois são um grupo de risco no que toca à COVID-19.

O Presidente redondense afirma que “a Câmara tem mantido uma estreita ligação com as IPSS’s e com outros lares de caráter particular instalados no concelho, para colaborarem em conjunto, sempre que haja dúvidas ou situações que tenham de ser resolvidas de imediato”.

Uma das medidas adotadas para monitorizar e ajudar a população idosa, são os contactos telefónicos ou presenciais que têm feito aos “portadores do Cartão do Idoso e aos frequentadores da Universidade Popular Túlio Espanca”.

Para os idosos, mas também para a todo a população em geral, “a Câmara criou um serviço que vai buscar e levar a casa das pessoas que o solicitarem, alimentos, medicamentos e outros apoios que se tornem necessários neste período, de forma a contribuir para que a população, principalmente os mais idosos, se mantenham nas suas casa e que nada lhes falte”.

Na Câmara Municipal já alguns funcionários se encontravam em teletrabalho, mas o autarca garante que “na próxima semana teremos, aproximadamente, mais de duas dezenas de funcionários a trabalhar a partir dos seus domicílios”. Relativamente aos serviços que não são possíveis de realizar em teletrabalho, aponta que “irá haver uma redução de 50% na atividade alternada. Ou seja, enquanto uns estão nos seus postos a trabalhar, outros estarão no abrigo da disponibilidade e vice-versa. Isto para termos o mínimo de concentração de funcionários nos locais de trabalho”.

Também a desinfeção de ruas é uma medida que irá ser posta em prática no município. O Presidente afirma que, apesar das dificuldades que houve em adquirir os equipamentos que estavam esgotados, “a Câmara de Redondo já adquiriu o desinfetante e está prevista a entrega na segunda feira para começarmos a desinfetar as ruas na sede do concelho, que é onde há a maior concentração de pessoas e também nalguns locais específicos, como as farmácias e o centro de saúde, porque de resto a vila parou, a atividade parou e as pessoas acataram as sugestões da DGS e têm-se mantido dentro dos seus domicílios”.

Todas estas medidas da Câmara Municipal de Redondo foram tomadas em articulação com outras entidades do concelho, como IPSS’s e as juntas de freguesia. António Recto refere que nas reuniões feitas sobre o plano de contingência e as medidas a tomar, “foi decidido não criarmos comissões restritas e todos nos mostrámos disponíveis para partilhar tudo o que fosse surgindo ou que venha a surgir e encontrar soluções para dar respostas rápidas e eficazes. Em relação ao plano de contingência da Câmara, tal como as directrizes assim o definiam, tudo está definido, como as salas de isolamento em todos os edifícios”.

Reforça o papel importante da Comunidade Intermunicipal do Alentejo Central (CIMAC) na articulação entre todos os municípios.

O autarca termina dizendo que “todos os órgãos de comunicação social são de extrema importância para transmitirem e informarem todas estas preocupações porque este é um problema de todos”.



Mina do Bugalho alarmada com chegada de 15 trabalhadores estrangeiros


A população da localidade de Mina do Bugalho, no concelho de Alandroal, está alarmada devido à chegada de 15 trabalhadores, alegadamente, estrangeiros e provenientes de Almeirim, no distrito de Santarém.

Um dos habitantes referiu à Rádio ELVAS que foi ontem, domingo, dia 22, que “chegaram duas carrinhas com 15 homens indianos, provenientes de Almeirim, no distinto de Santarém”; este habitante afirma que “estas pessoas percorrem por temporadas as zonas do país, onde há infetados com coronavírus e a população idosa está com medo, porque não sabe se estão infetadas ou não, mas queremos que alguém de direito confirme os procedimentos mínimos, porque não temos caso nenhum e a população está alarmada e indignada com esta situação.”

Este habitante afirma que “o procedimento deveria ser: alguém da área da saúde deveria perceber se estes homens estão ou não infetados, ou se têm ou não sintomas, até lá estamos indignados”. “A GNR fez os procedimentos que podia e, como não estamos em quarentena total, não se pode fazer mais nada”, foi o que este homem afirmou que lhe tinha sido transmitido pela autarquia. Estes habitantes apenas querem que alguém lhes diga se estes senhores estão bem, uma vez que vêm da zona de Santarém.

A Rádio ELVAS contatou o presidente da Câmara de Alandroal, João Grilo, que nos disse que “estas pessoas vêm, há vários anos, para trabalhar numa herdade e são sete ou oito e provenientes das Caldas da Rainha; não são indianos, mas sim brasileiros e portugueses, têm contrato de trabalho há vários anos, visto válido e contrato de arrendamento também válido”. O presidente afirma que se trata de “uma situação de rotina de manutenção da herdade e, para já, não está proibida a circulação de pessoas para trabalhar, no entanto devem ser adotados os devidos cuidados.” Compreende a preocupação das pessoas, mas também “temos que evitar alarmismos e cada um tem de fazer a sua parte, ficar em casa, proteger-se e evitar contactos desnecessários e deixar as autoridades fazerem o seu trabalho.”

O presidente diz que “não há razão para alarme, porque a situação está a ser devidamente acompanhada, e quer tranquilizar as pessoas”. “A população deve manter-se calma e evitar o contacto, perceber que há pessoas que têm de trabalhar e temos de acompanhar e proteger essas pessoas”.

Quanto à questão de fazer ou não testes, João Grilo diz que  “os mesmos só são feitos quando há suspeitas ou as pessoas apresentam sintomas, é impossível as autoridades fazer testes a todas as pessoas que deslocam no território”. Estas pessoas foram “orientadas para terem comportamentos de segurança, apenas uma pessoa irá às compras e os outros ficarão isolados na herdade”.

João Grilo diz que “é preciso contrariar as tendências de alarmismos e apenas devemos cumprir o que as autoridades pedem, temos um país a funcionar e a dar resposta, todos devemos manter os nossos deveres em funcionamento e não sair deles para que tudo corra o melhor possível.”


domingo, 22 de março de 2020

Ponto da Situação: COVID-19 – 22 de Março de 2020.


COVID-19 – 22 de Março de 2020.

Alentejo sobe para 5 infetados

Casos confirmados a nível nacional - 1 600

Total de recuperados - 5

Total de óbitos - 14

Casos suspeitos - 11 779

Aguarda resultado laboratorial - 1 152

Em vigilância pelas autoridades - 12 562

Casos internados - 169

Casos internados UCI – 41



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Portugal com 14 mortes e 1600 casos; Alentejo tem cinco casos.


Em Portugal, são já 14 as vítimas mortais por COVID-19, segundo informação da Direção-Geral de Saúde (DGS), divulgada ao início da tarde deste domingo dia 22 de março. Nas últimas 24 horas, o número de mortos subiu de 12 para 14.

A distribuição dos casos mortais por regiões é de cinco no Norte, quatro no Centro, quatro em Lisboa e Vale do Tejo e um no Algarve. Alentejo, Açores e Madeira continuam a ser regiões portuguesas sem casos mortais devido ao COVID-19.

O número de casos infetados, no nosso País, segundo da DGS, subiu para 1600. Destes, “cerca de 80 por cento estão em casa e são casos leves”, afirmou a ministra da Saúde, Marta Temido, em conferência de Imprensa. De sábado para domingo, o acréscimo foi de 320 casos, de 1280 para 1600 infetados confirmados

Estes 1600 casos, têm a distribuição regional seguinte: 825 no Norte, 534 em Lisboa e Vale do Tejo, 180 no Centro, 35 no Algarve, sete na Madeira, cinco no Alentejo e quatro nos Açores.


Coronavírus: Pico da doença deverá ser a 14 abril - ministra da Saúde.

A Ministra da Saúde, Marta Temido, disse este sábado que o pico da Covid-19 em Portugal deverá ser atingido no dia 14 de abril.

"De acordo com a evolução do número de casos de covid-19 em Portugal e com os cálculos das estimativas epidemiológicas disponíveis, estima-se, com base naquilo que tem sido a evolução da incidência, que a data prevista para a ocorrência do pico da curva epidemiológica se situe à volta do dia 14 de abril".